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Sábado, 26 de Maio de 2018

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Turismo em Cunha

Uma estância climática

Por que algumas cidades são consideradas “estâncias climáticas”? Porque possuem atrativos naturais, onde a natureza está preservada, onde o verde é abundante, o ar é puro, há muitas montanhas, rios, cachoeiras, o clima é agradável. Enfim, é um lugar saudável, que faz bem para o corpo e para a alma.

Trecho do rio Paraibuna em Cunha

Porque possuem estas caraterísticas, as estâncias climáticas são muito procuradas pelos turistas, que fogem das cidades grandes, onde a poluição faz muito mal a saúde e a mente.

Os cunhenses se orgulham em afirmar que lá está a maior frota de fuscas do Brasil.

Dizem que Cunha foi uma grande produtora de vinho. Inclusive, a família Veloso vem se esforçando para resgatar a vinicultura cunhense.

A cidade tem um patrimônio histórico, artístico, cultural e paisagístico muito grande. Quem teve a oportunidade de andar pelo centro histórico Cunha é testemunha disso.
Mercado Municipal de Cunha   Vista parcial do Centro da cidade

 

Cunha tem história

 

Nesse lugar, onde a paisagem é suave, o clima, ameno; onde a poesia e a simplicidade fazem parte do cotidiano. Justamente ali, a Revolução de 1932 foi cruel, sangrenta, destruidora.

 

Em 1932, Cunha transformou-se num campo de batalha. O prejuízo material e humano foi muito grande. Na zona rural, muitas propriedades foram destruídas. Muita gente inocente foi trucidada pelas tropas inimigas. O centro da cidade tornou-se uma praça de guerra. Nem a Matriz de Nossa Senhora da Conceição foi poupada. O povo de Cunha lutou com bravura e hoje guarda na memória o seu mártir, Paulo Virgínio.

A cerâmica de Cunha

 

A cerâmica é uma atividade muita antiga. Ela existe desde o tempo em a região era ocupada pelos índios guaranis. Esta atividade foi continuada pelas paneleiras que produziam peças utilitárias com técnica rudimentar, queimadas em forno de barranco.

 

Em se tratando de cerâmica, a novidade é o forno noborigama.

Cerâmica de Cunha (Foto Aparecidatur)

Atualmente, Cunha é um dos mais importantes centros de cerâmica artística da América Latina, com 17 ateliês agrupados na Cunhacerâmica, associação dos ceramistas de Cunha. Os ateliês de cerâmica são uma das principais atrações do turismo local.

 

Turísmo Ecológico em Cunha

Em Cunha estão as nascentes do Rio Paraibuna, que abastece de água várias cidades do Vale do Paraíba e boa parte do Estado do Rio de Janeiro. Essa abundância de água e de mata pode ser apreciada em alguns dos grandes passeios recomendados.

 

  • Cachoeirra do Pimenta

 

Acesso: Estrada do Monjolo – 4Km de asfalto e 10 Km de terra (cascalho e calçamento nos trechos íngrimes)
Tempo necessário: 6 h
Horário de visitação: aberto ao público o dia todo, entrada franca.
Descrição: Saindo em direção a estrada do Monjolo, no Km 14, o visitante deve sair à esquerda e poderá chegar à beira da cachoeira de carro. Lá, considerado um Mirante Ambiental, possui infra-estrutura de banheiros e lanchonete, que funciona aos finais de semana. Além disso, tem um Museu de Energia da antiga Usina Hidrelétrica.

foto: Geraldo Magela Tannús

 

  • Cachoeirra do Desterro

 

Acesso: Estrada do Monjolo – 4Km de asfalto e 8 Km de terra (cascalho e calçamento nos trechos íngrimes)
Tempo necessários: 4 h
Horário de visitação: aberto ao público o dia todo, entrada franca.
Descrição: Saindo em direção a estrada do Monjolo, no Km 11, o visitante deve sair à esquerda e percorrer mais 1 Km em direção à cachoeira. O estacionamento é próximo aos bambuzais. A partir daí percorre-se uma pequena trilha (100m) até a cachoeira. Propícia para banho para quem tem experiência, devido ao volume de água.

 

  • Parque Estadual da Serra do Mar

 

Acesso: Na Rod. Cunha – Paraty, Km 56,5, há um entrada à direita para a Estrada Municipal da Paraibuna. O Parque está no Km 20 dessa estrada de terra, que tem cascalho e calçamento nos trechos íngrimes.
Opções de trilhas:
  • Trilha do Rio Paraibuna, com 1.700m, auto guiada e aberta permanentemente à visitação.
  • Trilha do Rio Bonito, com 7.700m e que necessita de guia.
  • Trilha das Cachoeiras, com 14.400m e que necessita de guia.


OBS: Aos sábados, domingos e feriados prolongados, os guias estão disponíveis no parque às 11h para saída para as trilhas: aos sábados é feita a Trilha do Rio Bonito e aos domingos a Trilha das Cachoeiras (metade do percurso de carro e metade a pé).

Horário de visitação: O Parque funciona das 08 às 17 horas e não aceita animais de estimação nem possui infraestrutura de alimentação. Há um Centro de Apoio ao Visitante que conta com sala de informações sobre o Parque e sanitários.
O que levar para as grandes trilhas: lanche, água, boné/chapéu, protetor solar, agasalhos, roupas confortáveis para trekking.

Duração do passeio às grandes trilhas: de 6 a 8 horas.
Escritório do Parque – (12) 3111 1818 ou (12) 3111 2353 – Segunda a Sexta.

 

  • Pico da Macela

 

Acesso: Na Rod. Cunha – Paraty, no km 65, está a saída à esquerda. São 5Km até o estacionamento onde o carro deve ser deixado. Depois há uma subida a pé de 2Km em pista de cimento

Descrição: O pico da Pedra está a 1.840m de altitude, de onde se avista cerca de 180Km de litoral fluminense: a cidade de Paraty, a baía da Ilha Grande e parte de Angra dos Reis e toda a região serrana que circunda Cunha.
O local não possui infra de banheiros e alimentação.
O que levar: lanche, água, boné/chapéu, protetor solar, tênis, roupas confortáveis.

Duração: 3 a 4 horas.
OBS: Não convém subir se o céu não estiver absolutamente claro, sem nuvens.

 

  • Cachoeirra do Mato Limpo

 

Acesso: Rodovia Cunha-Paraty no km 67 na beira do asfalto.

 

  • Trilha do Ouro - Turísmo Aventura

 

O Caminho do Ouro é uma antiga trilha indígena que unia as tribos de Paraty com as do Vale do Paraíba. Em 1660 foi alargada por ordem de Salvador Corrêa de Sá e teve seu trajeto ligeiramente modificado. No início do século XVIII foi calçada com pedras, retiradas dos rios próximos, passando a ser usado para escoar o ouro das “minas gerais” e para abastecê-la com gêneros alimentícios.

 

  • Cachoeirra do Paraitinga

 

Acesso: Rodovia Cunha - Campos Novos (31 km asfaltados), daí pegue a estrada dos Macacos, em trecho cascalhado de 7,6 km, sem dificuldade até a cachoeira.

 

  • Cachoeirra do Mato Dentro

 

Acesso: Rodovia Cunha - Campos Novos (31 km asfaltados), daí pegue a estrada sentido serra da Bocaina, em trecho cascalhado de 2 km, até a cachoeira.

 

  • Gruta do Canhambora

 

Acesso: Rodovia Cunha - Campos Novos (31 km asfaltados). De Campos Novos à Gruta são 12 km em estrada de terra (quando chove o acesso é difícil). Da porteira de acesso até a gruta são 10 min de caminhada com certo grau de dificuldade.

Necessita de Guia.

 

  • Parque Nacional da Serra da Bocaina

 

Acesso: Rodovia Cunha - Campos Novos (31 km asfaltados). De Campos Novos até o Campo da Bocaina ainda são 30 km. Existe também acesso pela cidade de Silveiras (SP).
Necessita de Guia.

 

Turísmo Cultural e Religioso em Cunha

  • Igreja Matriz N. S. da Conceição

 

Construída em 1731 é um exemplo do barroco paulista.
Aberta de terça à sábado, das 08h00min às 12h00min e das 13h00min às 17h00min horas. Nos domingos, das 06h00min às 11h30min e das 18h00min às 20h30min horas.

Foto: Geraldo Magela Tannús

 

  • Igreja do Rosário e São Benedito

 

Construída em 1793 para os escravos.
Aberta para o publico nos dias de festa. Nos outros dias agende a sua visita na secretaria da paróquia ( 012-3111-1487 ).

 

  • Igreja Boa Vista

 

Situada a 5 quilômetros do centro da cidade foi construída em 1724, na primeira povoação de região.
Para visitá-la procure o administrador que mora no local.

 

  • Mercado Municipal

 

Uma das mais antigas construções (1913)
Aberto de segunda a sábado, das 07h30min às 17h30min horas e aos domingos e feriados, das 07h30min ás 12h00min horas.
Foto: Geraldo Magela Tannús

 

  • Casa do Artesão

 

Criada em 1988 no espaço onde funcionou o primeiro atelier de cerâmica do Antigo Matadouro (de 1975 a 1982).
Aberto das 10 às 18 horas.
Fecha às 3ªs feiras.
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